EBC abre inscrições para 3º Processo Seletivo de Estágio 2011
ter, 02/08/2011 - 16:57 — ericas
A Empresa Brasil de Comunicação – EBC realizará o 3º Processo Seletivo de Estágio 2011 para a formação de cadastro reserva. As vagas são destinadas aos estudantes de Comunicação Social com habilitações em Jornalismo e Audiovisual, Ciências Contábeis, e de cursos de Técnico em Eletrônica, residentes em Brasília. As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas no período de 09 de a 23 de agosto, via internet no site do CIEE ( www.ciee.org.br ).
A EBC é gestora da TV Brasil, a televisão pública nacional, de oito emissoras de Rádio, de uma radioagência e da Agência Brasil.
Os candidatos serão avaliados por meio de uma prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório. As provas serão aplicadas na data provável de 28 de Agosto, às 08h30 e terão duração de 01h30.
Os estagiários receberão uma bolsa no valor de R$ 563, auxílio transporte de R$ 6, por cada dia estagiado. A seleção é aberta a todos os universitários que estejam matriculados em instituições de ensino que possuam convênio com o CIEE. Aqueles que não tiverem cadastro no CIEE poderão fazê-lo no ato de sua inscrição.
Os estudantes de jornalismo interessados em estagiar nas áreas de Rádio, TV e Agência, devem estar cursando o último ano. Aqueles que quiserem trabalhar no Clipping, devem estar no penúltimo ano. Na área de Audiovisual, podem participar os universitários que estiverem cursando do 5º ao 7º semestre.
Os estudantes de Ciências Contábeis precisam estar cursando do 5º ao 7º semestre. Os técnicos em eletrônica podem estar no 2º ou 3º semestre.
Fonte: Site da EBC www.ebc.com.br
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
EBC altera edital para cinegrafistas e fotógrafos
EBC altera edital para cinegrafistas e fotógrafos
Quem se inscreveu para cargos e não atende mais aos requisitos pode solicitar devolução de taxa pelo site da empresa
JC&E - A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) publicou uma retificação, alterando os requisitos básicos para os candidatos às vagas de repórter cinematográfico e fotográfico. Ao contrário do que era estabelecido anteriormente, o interessado em uma das duas funções deverá ter o registro profissional no órgão de classe da área onde pretende atuar. Antes da mudança, era exigida apenas a formação superior, em qualquer área.
Com isso, o órgão também estabeleceu um período para aqueles que desejarem obter a devolução da taxa de inscrição já paga e não participar mais do concurso, por conta das alterações feitas. Somente os candidatos aos cargos envolvidos terão direito à devolução. As solicitações deverão ser feitas por meio do site www.cespe.unb.br/concursos/ebc2011, a partir das 10h do dia 22 de agosto até o dia 26 do mesmo mês. Para isso, deve informar número de inscrição e senha de acesso, CPF, dados bancários e demais dados solicitados pelo sistema.
O concurso irá preencher 537 vagas, mais formação de cadastro reserva, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus, Brasília e São Luís. As oportunidades são para profissionais com ensino médio e superior e oferecem salários que vão de R$ 1.698 a R$ 5.803. As inscrições seguem até o dia 7 de agosto e deverão ser feitas no site www.cespe.unb. br/concursos/ ebc2011, preenchendo os itens solicitados. A taxa é de R$ 37 para os cargos de nível médio e R$ 62 para os de nível superior.
Fonte: Site da Folha de Concursos
Quem se inscreveu para cargos e não atende mais aos requisitos pode solicitar devolução de taxa pelo site da empresa
JC&E - A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) publicou uma retificação, alterando os requisitos básicos para os candidatos às vagas de repórter cinematográfico e fotográfico. Ao contrário do que era estabelecido anteriormente, o interessado em uma das duas funções deverá ter o registro profissional no órgão de classe da área onde pretende atuar. Antes da mudança, era exigida apenas a formação superior, em qualquer área.
Com isso, o órgão também estabeleceu um período para aqueles que desejarem obter a devolução da taxa de inscrição já paga e não participar mais do concurso, por conta das alterações feitas. Somente os candidatos aos cargos envolvidos terão direito à devolução. As solicitações deverão ser feitas por meio do site www.cespe.unb.br/concursos/ebc2011, a partir das 10h do dia 22 de agosto até o dia 26 do mesmo mês. Para isso, deve informar número de inscrição e senha de acesso, CPF, dados bancários e demais dados solicitados pelo sistema.
O concurso irá preencher 537 vagas, mais formação de cadastro reserva, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus, Brasília e São Luís. As oportunidades são para profissionais com ensino médio e superior e oferecem salários que vão de R$ 1.698 a R$ 5.803. As inscrições seguem até o dia 7 de agosto e deverão ser feitas no site www.cespe.unb. br/concursos/ ebc2011, preenchendo os itens solicitados. A taxa é de R$ 37 para os cargos de nível médio e R$ 62 para os de nível superior.
Fonte: Site da Folha de Concursos
domingo, 31 de julho de 2011
Publicado livro sobre história do jornal Movimento
Publicado livro sobre história do jornal Movimento
O livro "Jornal Movimento, uma reportagem", de Carlos Azevedo, com reportagens de Marina Amaral e Natália Viana, revive toda a trajetória de um dos mais importantes jornais da oposição democrática à ditadura militar. Acompanha o livro um DVD contendo todas as 334 edições publicadas, mais os cadernos especiais.
Uma oportunidade única para conhecer ou rever o jornal que abriu caminho para a frente democrática que derrotou o regime ditatorial. O lançamento acontece no próximo dia 3 de agosto, às 19h em Brasília, no Sebinho Livros (SCLN 406, Bloco C, Loja 44).O livro, produzido com apoio de incentivos fiscais autorizados pelo Ministério da Cultura (MinC) e obtidos junto à Petrobras, é fruto de um ano e meio de trabalho.
Foi realizado por uma equipe que pesquisou os arquivos da época, descobriu documentos inéditos e realizou mais de 60 entrevistas. Conta com dezenas de ilustrações e com um caderno de fotos.
O livro relata em 28 capítulos e 362 páginas toda a trajetória do semanário. E a história que conta é assim:
Movimento teve sua origem em Opinião, depois que a equipe que havia realizado esse jornal decidiu deixá-lo em virtude de divergências com o empresário Fernando Gasparian.
Foi uma experiência ousada e bem sucedida de jornal em que os patrões eram os próprios jornalistas que o faziam e seus 500 acionistas, também jornalistas, intelectuais, profissionais especializados, estudantes e trabalhadores.
Precedeu o seu lançamento uma campanha nacional de mobilização e obtenção de recursos que envolveu milhares de apoiadores na maioria dos estados.
O novo jornal sofreu censura prévia desde a primeira edição e continuou sendo censurado ao longo dos três primeiros anos de sua existência de seis anos e meio.
Severamente prejudicado pela censura e pelo boicote da ditadura, enfrentou grandes dificuldades materiais durante sua existência. Mas contou com uma direção administrativa competente e criativa e com apoio permanente de seus apoiadores, fatores essenciais para a superação da falta de recursos a maior parte do tempo.
Jornal político, criado e realizado por profissionais politicamente engajados, foi cenário de um debate permanente e enfrentou inúmeras divergências. Todo o tempo buscou estabelecer métodos democráticos de definição de sua linha editorial e de resolução das diferenças de pontos de vista dentro da equipe. Apesar disso, em 1977, em desacordo com as posições defendidas pela maioria, uma parte importante da equipe deixou Movimento.
O jornal se reorganizou e, a partir de 1978, com o fim da censura prévia, viveu uma importante recuperação de suas vendas e grande ampliação de seu prestígio, ao promover uma pioneira campanha em favor da Assembleia Nacional Constituinte e revogação da legislação de exceção, ao apoiar a candidatura presidencial de oposição do general nacionalista Euler Bentes Monteiro, e ao dar sustentação à Campanha pela Anistia Ampla e Irrestrita.
Ao mesmo tempo, em admirável esforço para uma equipe tão pobre de recursos, realizou a mais completa cobertura jornalística do processo de reanimação das lutas populares nas cidades e no campo, destacadamente a divulgação das greves e da afirmação do movimento operário no ABC e em outras regiões, acontecimentos definitivos para o processo de restauração democrática do país.
Ousadamente, Movimento buscava oferecer a seus leitores informações atualizadas tanto no cenário nacional quanto internacional. E sobre todos os fatos apresentava sua opinião, sintonizada com o ponto de vista popular e democrático, nacionalista e antiimperialista. Tratava das divergências no então existente campo socialista e. ao mesmo tempo, das polêmicas dentro do governo ditatorial e no interior das forças da oposição democrática.
Acompanhou de perto o retorno dos exilados políticos após a anistia, e relatou cada episódio da reorganização dos partidos políticos e da criação do Partido dos Trabalhadores.
Em todos aqueles anos não houve ambiente de debates tão amplo e generoso no país quanto as páginas de Movimento.
Todos esses embates que promoveram a mudança do regime político do país, a derrota da ditadura e a redemocratização, estão registrados nas 8.600 páginas das 334 edições do semanário. Acessíveis aos leitores deste livro por meio do DVD que o acompanha.
Ao abrir essas páginas, e guiado pelo livro, o leitor poderá reviver o fragor das batalhas políticas de então como se elas estivessem acontecendo agora.
Fonte: Fundação Maurício Grabois
O livro "Jornal Movimento, uma reportagem", de Carlos Azevedo, com reportagens de Marina Amaral e Natália Viana, revive toda a trajetória de um dos mais importantes jornais da oposição democrática à ditadura militar. Acompanha o livro um DVD contendo todas as 334 edições publicadas, mais os cadernos especiais.
Uma oportunidade única para conhecer ou rever o jornal que abriu caminho para a frente democrática que derrotou o regime ditatorial. O lançamento acontece no próximo dia 3 de agosto, às 19h em Brasília, no Sebinho Livros (SCLN 406, Bloco C, Loja 44).O livro, produzido com apoio de incentivos fiscais autorizados pelo Ministério da Cultura (MinC) e obtidos junto à Petrobras, é fruto de um ano e meio de trabalho.
Foi realizado por uma equipe que pesquisou os arquivos da época, descobriu documentos inéditos e realizou mais de 60 entrevistas. Conta com dezenas de ilustrações e com um caderno de fotos.
O livro relata em 28 capítulos e 362 páginas toda a trajetória do semanário. E a história que conta é assim:
Movimento teve sua origem em Opinião, depois que a equipe que havia realizado esse jornal decidiu deixá-lo em virtude de divergências com o empresário Fernando Gasparian.
Foi uma experiência ousada e bem sucedida de jornal em que os patrões eram os próprios jornalistas que o faziam e seus 500 acionistas, também jornalistas, intelectuais, profissionais especializados, estudantes e trabalhadores.
Precedeu o seu lançamento uma campanha nacional de mobilização e obtenção de recursos que envolveu milhares de apoiadores na maioria dos estados.
O novo jornal sofreu censura prévia desde a primeira edição e continuou sendo censurado ao longo dos três primeiros anos de sua existência de seis anos e meio.
Severamente prejudicado pela censura e pelo boicote da ditadura, enfrentou grandes dificuldades materiais durante sua existência. Mas contou com uma direção administrativa competente e criativa e com apoio permanente de seus apoiadores, fatores essenciais para a superação da falta de recursos a maior parte do tempo.
Jornal político, criado e realizado por profissionais politicamente engajados, foi cenário de um debate permanente e enfrentou inúmeras divergências. Todo o tempo buscou estabelecer métodos democráticos de definição de sua linha editorial e de resolução das diferenças de pontos de vista dentro da equipe. Apesar disso, em 1977, em desacordo com as posições defendidas pela maioria, uma parte importante da equipe deixou Movimento.
O jornal se reorganizou e, a partir de 1978, com o fim da censura prévia, viveu uma importante recuperação de suas vendas e grande ampliação de seu prestígio, ao promover uma pioneira campanha em favor da Assembleia Nacional Constituinte e revogação da legislação de exceção, ao apoiar a candidatura presidencial de oposição do general nacionalista Euler Bentes Monteiro, e ao dar sustentação à Campanha pela Anistia Ampla e Irrestrita.
Ao mesmo tempo, em admirável esforço para uma equipe tão pobre de recursos, realizou a mais completa cobertura jornalística do processo de reanimação das lutas populares nas cidades e no campo, destacadamente a divulgação das greves e da afirmação do movimento operário no ABC e em outras regiões, acontecimentos definitivos para o processo de restauração democrática do país.
Ousadamente, Movimento buscava oferecer a seus leitores informações atualizadas tanto no cenário nacional quanto internacional. E sobre todos os fatos apresentava sua opinião, sintonizada com o ponto de vista popular e democrático, nacionalista e antiimperialista. Tratava das divergências no então existente campo socialista e. ao mesmo tempo, das polêmicas dentro do governo ditatorial e no interior das forças da oposição democrática.
Acompanhou de perto o retorno dos exilados políticos após a anistia, e relatou cada episódio da reorganização dos partidos políticos e da criação do Partido dos Trabalhadores.
Em todos aqueles anos não houve ambiente de debates tão amplo e generoso no país quanto as páginas de Movimento.
Todos esses embates que promoveram a mudança do regime político do país, a derrota da ditadura e a redemocratização, estão registrados nas 8.600 páginas das 334 edições do semanário. Acessíveis aos leitores deste livro por meio do DVD que o acompanha.
Ao abrir essas páginas, e guiado pelo livro, o leitor poderá reviver o fragor das batalhas políticas de então como se elas estivessem acontecendo agora.
Fonte: Fundação Maurício Grabois
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Papo de Mãe e Jornal Visual são finalistas do Prêmio Estácio de Jornalismo
Papo de Mãe e Jornal Visual são finalistas do Prêmio Estácio de Jornalismo
qua, 20/07/2011 - 19:16 — ericas
Programas concorrem com matérias sobre ensino superior e educação a distância no Brasil
O Papo de Mãe, exibido aos domingos, às 19h, e o Jornal Visual que vai ao ar diariamente, às 07h50, na TV Brasil, são finalistas do I Prêmio Estácio de Jornalismo.
Apresentado por duas jornalistas e mães, Mariana Kotscho e Roberta Manreza, o Papo de Mãe concorre com a edição intitulada “Transição Escola-Faculdade”, que aborda o ensino superior no Brasil. Já o Jornal Visual, apresentado por Claudia Jacob e David Tapajós, disputa com a reportagem “Ensino a distância para surdos”, da jornalista Thaís Faccioli.
Os nomes dos vencedores serão conhecidos no dia 30 de agosto, em cerimônia no Monumento Estácio de São, no Rio de Janeiro. O I Prêmio Estácio de Jornalismo recebeu inscrições de orgãos de imprensa de 14 estados. As reportagens foram avaliadas por uma comissão interna da Universidade Estácio de Sá, que indicou os finalistas. Agora, os vencedores serão escolhidos pela Comissão Julgadora do I Prêmio Estácio de Jornalismo, composta por jornalistas, professores e representantes de entidades vinculadas à Comunicação Social.
Papo de Mãe aborda temas atuais, variados e relacionados à família. O programa exibe entrevistas com mães e especialistas e, no estúdio, o papo é sempre descontraído e informativo. Reportagens e depoimentos de telespectadores reforçam a abordagem e o conteúdo, mostrando a realidade e seus desdobramentos no dia a dia de pais, filhos e irmãos. Na agenda, não faltam temas como saúde, educação, gravidez, prevenções e relacionamentos. A partir deste mês, a equipe passou a contar com um correspondente em Barcelona, o jornalista Anderson Vasco, que vai mandar da Espanha matérias com curiosidades sobre a vida das mães espanholas ou até sobre a vida de brasileiros que moram naquele país.
O Jornal Visual é o primeiro telejornal diário criado para levar informação à comunidade de Surdos, estimada em cinco milhões de brasileiros. Reportagens sobre a inclusão do Surdo, assuntos de seu universo; notícias principais do Brasil e do Mundo traduzidos para a Língua Brasileira de Sinais. Assim, além de cumprir o papel de informar, o programa, que vai ao ar de segunda sexta, é hoje uma referência para a comunidade de Surdos.
Fonte: Site da EBC
qua, 20/07/2011 - 19:16 — ericas
Programas concorrem com matérias sobre ensino superior e educação a distância no Brasil
O Papo de Mãe, exibido aos domingos, às 19h, e o Jornal Visual que vai ao ar diariamente, às 07h50, na TV Brasil, são finalistas do I Prêmio Estácio de Jornalismo.
Apresentado por duas jornalistas e mães, Mariana Kotscho e Roberta Manreza, o Papo de Mãe concorre com a edição intitulada “Transição Escola-Faculdade”, que aborda o ensino superior no Brasil. Já o Jornal Visual, apresentado por Claudia Jacob e David Tapajós, disputa com a reportagem “Ensino a distância para surdos”, da jornalista Thaís Faccioli.
Os nomes dos vencedores serão conhecidos no dia 30 de agosto, em cerimônia no Monumento Estácio de São, no Rio de Janeiro. O I Prêmio Estácio de Jornalismo recebeu inscrições de orgãos de imprensa de 14 estados. As reportagens foram avaliadas por uma comissão interna da Universidade Estácio de Sá, que indicou os finalistas. Agora, os vencedores serão escolhidos pela Comissão Julgadora do I Prêmio Estácio de Jornalismo, composta por jornalistas, professores e representantes de entidades vinculadas à Comunicação Social.
Papo de Mãe aborda temas atuais, variados e relacionados à família. O programa exibe entrevistas com mães e especialistas e, no estúdio, o papo é sempre descontraído e informativo. Reportagens e depoimentos de telespectadores reforçam a abordagem e o conteúdo, mostrando a realidade e seus desdobramentos no dia a dia de pais, filhos e irmãos. Na agenda, não faltam temas como saúde, educação, gravidez, prevenções e relacionamentos. A partir deste mês, a equipe passou a contar com um correspondente em Barcelona, o jornalista Anderson Vasco, que vai mandar da Espanha matérias com curiosidades sobre a vida das mães espanholas ou até sobre a vida de brasileiros que moram naquele país.
O Jornal Visual é o primeiro telejornal diário criado para levar informação à comunidade de Surdos, estimada em cinco milhões de brasileiros. Reportagens sobre a inclusão do Surdo, assuntos de seu universo; notícias principais do Brasil e do Mundo traduzidos para a Língua Brasileira de Sinais. Assim, além de cumprir o papel de informar, o programa, que vai ao ar de segunda sexta, é hoje uma referência para a comunidade de Surdos.
Fonte: Site da EBC
Orquestra Cidadã realiza mais um ensaio para aniversário com a presença de Lula
Orquestra Cidadã realiza mais um ensaio para aniversário
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
19/07/2011 | 17h21 | Aniversário
http://www.diariodepernambuco.com.br/nota.asp?materia=20110719172131#
Orquestra Cidadã realiza mais um ensaio para aniversário. Imagens: Christiane Huggins/DP/D.A Press
Move Close
Orquestra Cidadã realiza mais um ensaio para aniversário.
Imagens: Christiane Huggins/DP/D.A Press
Nesta quinta-feira, a Orquestra Criança Cidadã Meninos do Coque completa cinco anos e o sorpo coletivo das velinhas, a cargo dos 75 músicos, vai ganhar o reforço de um convidado ilustre: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A festa está marcada para às 19h, no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, no Recife. O concerto comemorativo, restrito a convidados, está recebendo os últimos retoques com ensaios rigorosos na sede provisória da Orquestra, localizada no quartel do Cabanga. Um ajuste geral será realizado no dia do evento, no próprio Parque.
Conduzida pelo maestro Lanfranco Marcelletti, a apresentação trará composições como o “Concertino de Guerra Peixe”, peça feita especialmente para o falecido e idealizador do projeto, maestro Cussy de Almeida, com solo do violinista Felipe Johnson, ex-professor. Outras músicas de destaque são: “Concerto Para Dois Violinos”, de Bach, “Caipira”, de Villa Lobos , e “Prelúdio da Suíte Carmen”, de George Bizet .
O quinto aniversário do grupo também surge como um marco histórico para os Meninos do Coque. Será constituída, durante a solenidade, a Orquestra Jovem Criança Cidadã, que continuará a receber a tutoria da equipe da Orquestra. De acordo com a coordenadora pedagógica, Aline Lima, os músicos mais experientes passarão a integrar a nova sinfônica.
Outra expectativa da professora são com os ensaios para a próxima apresentação, ainda parte das comemorações de aniversário. “O próximo grande concerto acontecerá no dia 1º de setembro, no teatro da UFPE e desta vez, será aberto ao público”, comenta Aline. Para dar suporte financeiro aos jovens instrumentistas, será assinado, durante a programação, um convênio com a CNI, que passa a apoiar a Orquestra Jovem com uma bolsa-auxílio mensal para cada membro.
O ex-presidente Lula vai ser homenageado durante a solenidade por conta de uma parceria criada em 2008, quando a orquestra realizou uma apresentação para o então presidente. O sucesso foi tamanho que vários convites surgiram em Brasília e no Recife, todos articulados por Lula.
O maestro Lanfranco Marcelletii está otimista com a apresentação e se mostra satisfeito com o resultado de cinco anos de trabalho dedicados aos 130 alunos, todos oriundos da comunidade do Coque. “ Estamos realizando mais um ensaio em clima de alegria e de ansiedade para a festa de quinta-feira”, desabafa Marcelletti.
Por Christiane Huggins
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
19/07/2011 | 17h21 | Aniversário
http://www.diariodepernambuco.com.br/nota.asp?materia=20110719172131#
Orquestra Cidadã realiza mais um ensaio para aniversário. Imagens: Christiane Huggins/DP/D.A Press
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Orquestra Cidadã realiza mais um ensaio para aniversário.
Imagens: Christiane Huggins/DP/D.A Press
Nesta quinta-feira, a Orquestra Criança Cidadã Meninos do Coque completa cinco anos e o sorpo coletivo das velinhas, a cargo dos 75 músicos, vai ganhar o reforço de um convidado ilustre: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A festa está marcada para às 19h, no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, no Recife. O concerto comemorativo, restrito a convidados, está recebendo os últimos retoques com ensaios rigorosos na sede provisória da Orquestra, localizada no quartel do Cabanga. Um ajuste geral será realizado no dia do evento, no próprio Parque.
Conduzida pelo maestro Lanfranco Marcelletti, a apresentação trará composições como o “Concertino de Guerra Peixe”, peça feita especialmente para o falecido e idealizador do projeto, maestro Cussy de Almeida, com solo do violinista Felipe Johnson, ex-professor. Outras músicas de destaque são: “Concerto Para Dois Violinos”, de Bach, “Caipira”, de Villa Lobos , e “Prelúdio da Suíte Carmen”, de George Bizet .
O quinto aniversário do grupo também surge como um marco histórico para os Meninos do Coque. Será constituída, durante a solenidade, a Orquestra Jovem Criança Cidadã, que continuará a receber a tutoria da equipe da Orquestra. De acordo com a coordenadora pedagógica, Aline Lima, os músicos mais experientes passarão a integrar a nova sinfônica.
Outra expectativa da professora são com os ensaios para a próxima apresentação, ainda parte das comemorações de aniversário. “O próximo grande concerto acontecerá no dia 1º de setembro, no teatro da UFPE e desta vez, será aberto ao público”, comenta Aline. Para dar suporte financeiro aos jovens instrumentistas, será assinado, durante a programação, um convênio com a CNI, que passa a apoiar a Orquestra Jovem com uma bolsa-auxílio mensal para cada membro.
O ex-presidente Lula vai ser homenageado durante a solenidade por conta de uma parceria criada em 2008, quando a orquestra realizou uma apresentação para o então presidente. O sucesso foi tamanho que vários convites surgiram em Brasília e no Recife, todos articulados por Lula.
O maestro Lanfranco Marcelletii está otimista com a apresentação e se mostra satisfeito com o resultado de cinco anos de trabalho dedicados aos 130 alunos, todos oriundos da comunidade do Coque. “ Estamos realizando mais um ensaio em clima de alegria e de ansiedade para a festa de quinta-feira”, desabafa Marcelletti.
Por Christiane Huggins
terça-feira, 19 de julho de 2011
Programa da Ouvidoria da EBC continua debate sobre rádio e deficiência
Programa da Ouvidoria da EBC continua debate sobre rádio e deficiência
sex, 15/07/2011 - 10:51 — ericas
O "Rádio em Debate" desta semana dedica-se à segunda parte da discussão sobre programação radiofônica de temas relacionados aos deficientes.
Para apresentar análises e sugestões de como as emissoras de rádio podem tratar a questão, a produção do Programa da Ouvidoria da EBC entrevistou Cláudia Cotes, fonoaudióloga e presidente da ONG Vez da Voz (www.vezdavoz.com.br), Juliana Oliveira, apresentadora do "Programa Especial" (exibido pela TV Brasil), e Cláudia Werneck, idealizadora e superintendente da organização não-governamental "Escola de Gente em Inclusão" (www.escoladegente.org.br).
O “Rádio em Debate” também dá espaço a críticas, sugestões e elogios à programação transmitidas pelas estações da Empresa Brasil de Comunicação. Produzido pela Ouvidoria da Empresa Brasil de Comunicação, o Programa vai ao ar às sextas, com reprise aos sábados, nos horários abaixo. Emissoras da EBC também podem ser escutadas pelo portal: www.ebc.com.br
Rio de Janeiro:
Nacional do Rio de Janeiro (1130 Khz) sexta às 20h04 e sábado às 7h50
MEC AM (800 Khz) sexta às 20h e sábado às 7h50
MEC FM (98,9 MHz) sexta às 11h45 e sábado às 15h45
Brasília:
Nacional de Brasília (980 Khz) sextas às 13h e sábados às 8h30
Nacional FM Brasília (96,1 Khz) sextas às 13h e sábados às 14h, com reapresentação especial às terças 17h20
MEC Brasília (800 Khz) sexta às 11h45 e sábado às 15h45
Amazônia:
Nacional da Amazônia (OC 11.780 Khz): sexta às 10h45 e 16h45, sábado às 9h45.
Nacional do Alto Solimões (FM 96,1 MHz e AM 670 Khz): sexta às 9h45
Fonte: Site da EBC
sex, 15/07/2011 - 10:51 — ericas
O "Rádio em Debate" desta semana dedica-se à segunda parte da discussão sobre programação radiofônica de temas relacionados aos deficientes.
Para apresentar análises e sugestões de como as emissoras de rádio podem tratar a questão, a produção do Programa da Ouvidoria da EBC entrevistou Cláudia Cotes, fonoaudióloga e presidente da ONG Vez da Voz (www.vezdavoz.com.br), Juliana Oliveira, apresentadora do "Programa Especial" (exibido pela TV Brasil), e Cláudia Werneck, idealizadora e superintendente da organização não-governamental "Escola de Gente em Inclusão" (www.escoladegente.org.br).
O “Rádio em Debate” também dá espaço a críticas, sugestões e elogios à programação transmitidas pelas estações da Empresa Brasil de Comunicação. Produzido pela Ouvidoria da Empresa Brasil de Comunicação, o Programa vai ao ar às sextas, com reprise aos sábados, nos horários abaixo. Emissoras da EBC também podem ser escutadas pelo portal: www.ebc.com.br
Rio de Janeiro:
Nacional do Rio de Janeiro (1130 Khz) sexta às 20h04 e sábado às 7h50
MEC AM (800 Khz) sexta às 20h e sábado às 7h50
MEC FM (98,9 MHz) sexta às 11h45 e sábado às 15h45
Brasília:
Nacional de Brasília (980 Khz) sextas às 13h e sábados às 8h30
Nacional FM Brasília (96,1 Khz) sextas às 13h e sábados às 14h, com reapresentação especial às terças 17h20
MEC Brasília (800 Khz) sexta às 11h45 e sábado às 15h45
Amazônia:
Nacional da Amazônia (OC 11.780 Khz): sexta às 10h45 e 16h45, sábado às 9h45.
Nacional do Alto Solimões (FM 96,1 MHz e AM 670 Khz): sexta às 9h45
Fonte: Site da EBC
domingo, 17 de julho de 2011
Relator fará mobilização para aprovar PEC sobre diploma de jornalista
Últimas
Relator fará mobilização para aprovar PEC sobre diploma de jornalista
Agência Câmara -
15/07/2011 14:57
O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 386/09, que restabelece a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), vai promover uma mobilização para a inclusão da matéria na pauta do Plenário no segundo semestre.
O parlamentar comemora o recente apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) à proposta. O conselho da entidade, em sessão plenária, aprovou por maioria o apoio à exigência de diploma de nível superior para jornalistas.
Há dois anos, por oito votos a um, o Supremo Tribunal Federal considerou inconstitucional a exigência de diploma de curso superior de jornalismo para o exercício da profissão. O resultado prático dessa decisão, segundo o deputado Paulo Pimenta, foi a precarização da profissão.
Segundo Pimenta, várias universidades suspenderam o vestibular do meio do ano para jornalismo e existe atualmente uma instabilidade jurídica quanto ao tema. Ele acrescenta que concursos públicos para contratação de jornalista têm sido realizados sem exigir nenhum tipo de formação profissional. “Isso precisa ser resolvido até porque abre uma brecha para um conjunto de outras decisões nesta área, outras profissões também sendo precarizadas, desregulamentando relações de trabalho”, explica.
Para a OAB, a exigência do diploma é fundamental para a organização da profissão e para a qualidade da produção jornalística. Na opinião do presidente da entidade, Ophir Cavalcanti, “para garantir a boa técnica, a segurança nas matérias que são divulgadas e nos trabalhos que são desenvolvidos pelos jornalistas em todas as suas áreas, é essencial que eles passem por um curso que os prepare para tanto e que não sejam meros amadores ou pessoas que escrevem bem, mas não têm preparo técnico para exercer a profissão”.
A PEC que restabelece a exigência do diploma de jornalista já foi aprovada na comissão especial dedicada a discutir a matéria. A proposta precisa agora ser votada em dois turnos pelo Plenário.
Relator fará mobilização para aprovar PEC sobre diploma de jornalista
Agência Câmara -
15/07/2011 14:57
O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 386/09, que restabelece a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), vai promover uma mobilização para a inclusão da matéria na pauta do Plenário no segundo semestre.
O parlamentar comemora o recente apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) à proposta. O conselho da entidade, em sessão plenária, aprovou por maioria o apoio à exigência de diploma de nível superior para jornalistas.
Há dois anos, por oito votos a um, o Supremo Tribunal Federal considerou inconstitucional a exigência de diploma de curso superior de jornalismo para o exercício da profissão. O resultado prático dessa decisão, segundo o deputado Paulo Pimenta, foi a precarização da profissão.
Segundo Pimenta, várias universidades suspenderam o vestibular do meio do ano para jornalismo e existe atualmente uma instabilidade jurídica quanto ao tema. Ele acrescenta que concursos públicos para contratação de jornalista têm sido realizados sem exigir nenhum tipo de formação profissional. “Isso precisa ser resolvido até porque abre uma brecha para um conjunto de outras decisões nesta área, outras profissões também sendo precarizadas, desregulamentando relações de trabalho”, explica.
Para a OAB, a exigência do diploma é fundamental para a organização da profissão e para a qualidade da produção jornalística. Na opinião do presidente da entidade, Ophir Cavalcanti, “para garantir a boa técnica, a segurança nas matérias que são divulgadas e nos trabalhos que são desenvolvidos pelos jornalistas em todas as suas áreas, é essencial que eles passem por um curso que os prepare para tanto e que não sejam meros amadores ou pessoas que escrevem bem, mas não têm preparo técnico para exercer a profissão”.
A PEC que restabelece a exigência do diploma de jornalista já foi aprovada na comissão especial dedicada a discutir a matéria. A proposta precisa agora ser votada em dois turnos pelo Plenário.
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