Mulher
Somos guerreiras lutando pela vida
Uma hora somos parecidas com Ana que orava ao Senhor por um milagre
Outrora somos como a brisa suave que apenas passa de leve sem causar embaraços ...
Nas passarelas da vida
Sempre vamos ter várias formas e maneiras de encarar os fatos
Mas, em todas as situações
Que a mão que afaga sempre seja a que levanta alguém que está caído
Uma mão que acolhe que empurra para o cenário da vida...
Seja como esposa, namorada, mãe, filha, profissional, um pouco de médicas e de conselheiras, guerreiras da luz e de um mundo melhor!!!
Sejamos sempre um canal de vida para um mundo tão carente de amor sincero e completo que vem do Salvador!
Ser mulher é ser capaz de sorrir e chorar e ao mesmo tempo se emocionar com um filme triste ou de um grande amor.....
Ser mulher é viver sem medo, pois não há barreiras que impeçam uma mulher que segue os passos do Senhor de viver em plenitude todas as fases da vida!
quinta-feira, 8 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
CAS aprova projeto de Wasny que regulamenta Conselho de Comunicação Social do DF
CAS aprova projeto de Wasny que regulamenta Conselho de Comunicação Social do DF
Na primeira reunião do semestre, realizada na quarta-feira (29), os membros da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Câmara Legislativa aprovaram o projeto do deputado Wasny de Roure (PT) que regulamenta o artigo 261 da Lei Orgânica do Distrito Federal, formatando o Conselho de Comunicação Social do DF. O conselho será integrado por todos os órgãos de comunicação do GDF e fundações mantidas direta ou indiretamente pelo poder público.
O conselho, na forma da proposição aprovada, terá 14 membros, com mandato de dois anos, os quais serão indicados, entre outros, pelo governador do Distrito Federal, pela Câmara Legislativa, entidades culturais, estudantes e docentes de Comunicação Social, sindicato de jornalistas e centrais sindicais do DF, OAB, Federação das Indústrias e do Comércio do DF.
Cabe ao conselho, entre outras atribuições, assegurar a livre manifestação das diferentes correntes de opinião, aprovar e fiscalizar a implementação da política distrital de comunicação social, cadastrar as entidades que nele terão assento e, sobretudo, determinar as correções e medidas necessárias quando constatar a inobservância dos princípios constitucionais e legais pertinentes.
Tanto os partidos políticos quanto as organizações sindicais, profissionais, comunitárias, culturais e movimentos populares terão direito a espaço periódico e gratuito nos órgãos de comunicação social pertencentes ao DF. Esse espaço será de até 20 páginas mensais, na mídia impressa, e de cinco horas quando se tratar de serviço de radiodifusão.
O projeto enfatiza que na produção e veiculação de material jornalístico os veículos de comunicação social deverão observar "a pluralidade de versões em matéria controversa, ouvindo as partes envolvidas em polêmica sobre os fatos da atualidade e de interesse público". Segundo Wasny, "o projeto continua gerando expectativa por parte da sociedade e dos comunicadores".
Antes de ir a plenário, o projeto precisa ainda ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Fonte: Site da Câmara Legislativa do DF
Na primeira reunião do semestre, realizada na quarta-feira (29), os membros da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Câmara Legislativa aprovaram o projeto do deputado Wasny de Roure (PT) que regulamenta o artigo 261 da Lei Orgânica do Distrito Federal, formatando o Conselho de Comunicação Social do DF. O conselho será integrado por todos os órgãos de comunicação do GDF e fundações mantidas direta ou indiretamente pelo poder público.
O conselho, na forma da proposição aprovada, terá 14 membros, com mandato de dois anos, os quais serão indicados, entre outros, pelo governador do Distrito Federal, pela Câmara Legislativa, entidades culturais, estudantes e docentes de Comunicação Social, sindicato de jornalistas e centrais sindicais do DF, OAB, Federação das Indústrias e do Comércio do DF.
Cabe ao conselho, entre outras atribuições, assegurar a livre manifestação das diferentes correntes de opinião, aprovar e fiscalizar a implementação da política distrital de comunicação social, cadastrar as entidades que nele terão assento e, sobretudo, determinar as correções e medidas necessárias quando constatar a inobservância dos princípios constitucionais e legais pertinentes.
Tanto os partidos políticos quanto as organizações sindicais, profissionais, comunitárias, culturais e movimentos populares terão direito a espaço periódico e gratuito nos órgãos de comunicação social pertencentes ao DF. Esse espaço será de até 20 páginas mensais, na mídia impressa, e de cinco horas quando se tratar de serviço de radiodifusão.
O projeto enfatiza que na produção e veiculação de material jornalístico os veículos de comunicação social deverão observar "a pluralidade de versões em matéria controversa, ouvindo as partes envolvidas em polêmica sobre os fatos da atualidade e de interesse público". Segundo Wasny, "o projeto continua gerando expectativa por parte da sociedade e dos comunicadores".
Antes de ir a plenário, o projeto precisa ainda ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Fonte: Site da Câmara Legislativa do DF
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Robinson, um homem que pregou sobre tolerância e fraternidade
Robinson, um homem que pregou sobre tolerância e fraternidade
Publicado em 27.02.2012, às 12h04

Grande Recife // opinião
Engajado, participou das campanhas pela Anistia e pelas Diretas Já
Foto: Divulgação
Inês Calado* Do NE10
Difícil ler a notícia da morte trágica do bispo anglicano Edward Robinson de Barros Cavalcanti. Um homem que escutei diversas vezes pregar sobre paz, tolerância, equilíbrio. Um homem que, acredito, soube alinhar como poucos política e religião. Um líder cristão que defendia, sem medo, a importância de se estudar a Palavra de Deus com coerência, decifrando o que ela tem a nos revelar nos dias de hoje. Sem qualquer fanatismo, mas longe de adequá-la às nossas necessidades.
Robinson tinha orgulho, sim, de sua caminhada cristã, mas nunca a impôs com autoritarismo. Se dizia distante da teologia fundamentalista e do liberalismo. Se considerava cristão, protestante, evangélico, anglicano. Exatamente nesta ordem. Para ele, a igreja era agente de transformação, uma "Utopia Possível".
Não conhecia Robinson além das portas da igreja. Mas acredito que sua vida e discurso coerente inspiravam a muitos outros, na universidade, na política, na família. Lamento, sobretudo, que o crime tenha sido praticado de forma bárbara por seu filho. Ele, que tantas vezes, pregou sobre a importância da família. Sua trajetória de amor e fraternidade não merecia terminar dessa forma.
* Inês Calado é cristã, evangélica, anglicana e repórter do NE10
Fonte: Jornal do Commercio
Grande Recife // Dor
Igreja Anglicana divulga nota de falecimento do bispo Robinson Cavalcanti
Publicado em 27.02.2012, às 08h37
9f0d0f68eab17bd5c88fc47cba4c8e79.jpg
Detalhe da página da igreja
Do NE10
O Igreja Anglicana - Diocese do Recife divulgou, em seu site, nota de falecimento do Bispo Robinson Cavalcanti. Confira abaixo:
NOTA DE FALECIMENTO
É com grande pesar que a Igreja Anglicana - Diocese do Recife, comunica o trágico falecimento do Reverendíssimo Bispo Diocesano, Dom Edward Robinson de Barros Cavalcanti, e de sua esposa Miriam Cavalcanti, ocorrido neste domingo 26/02/2012 por volta das 22h na cidade de Olinda-PE.
A família diocesana agradece a Deus pela vida e devotado ministério do seu Pai em Deus, pastor, mestre e amigo, um verdadeiro profeta e mártir do nosso tempo, que lutou pela causa do evangelho de Cristo, por Sua igreja, bem como pela Comunhão Anglicana, e que contou sempre com sua esposa que, como fiel ajudadora, o apoiou em todos os anos de seu ministério.
Partiu para a Eternidade deixando um legado de serviço, amor e firmeza doutrinária, pelos quais essa Diocese continuará.
Oportunamente estaremos divulgando dia, horário e local do seu sepultamento.
Revmº Bispo Evilásio Tenório – Bispo Sufragâneo Eleito
Revmº Bispo Flávio Adair – Bispo Sufragâneo Eleito
Rev. Márcio Simões – Presidente do Conselho Diocesano
Filho é suspeito de matar os pais a facadas em Olinda
Publicado em 27.02.2012, às 07h36
Crime ocorreu na casa onde o casal vivia, em Olinda
Foto: Débora Nascimento/NE10
Do NE10 Com informações da Rádio Jornal
Atualizado às 10h47
Uma tragédia familiar em Pernambuco. Eduardo Olímpio Cotias Cavalcanti, 29 anos, é acusado de matar seus pais adotivos a facadas na casa onde moravam, na Rua Barão de São Borja, no bairro dos Bultrins, em Olinda, Grande Recife, na noite desse domingo (26), por volta das 22h. Depois dos crimes, tomou veneno.
Bispo Robinson Cavalcanti assumiu várias coordenações na UFRPE e foi candidato pelo PT
O pai, Edward Robinson de Barros Cavalcanti, 68, faleceu na hora. Ele era bispo diocesano da Igreja Episcopal Anglicana. A mãe, Miriam Nunes Machado Cotias Cavalcanti, 64, chegou a ser socorrida no Hospital Tricentenário, também em Olinda. Ela era professora aposentada.
Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e com licenciatura em Ciências Sociais na Universidade Católica de Pernambuco, Robinson Cavalcanti assumiu, na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), vários cargos altos - foi coordenador de graduação, de pós-graduação e de mestrado, chefe de Departamento, além de diretor do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFPE.
Robinson Cavalcanti também atuou nas campanhas presidenciais de Lula, de 1989 e 1994, e também foi candidato a vice-prefeito de Olinda (1996).
Para onde vamos meu Deus? O amor se esfriando no mundo! Quando um filho chega a uma selvageria dessas, demonstra o grau de frieza da falta de amor no mundo!
Publicado em 27.02.2012, às 12h04

Grande Recife // opinião
Engajado, participou das campanhas pela Anistia e pelas Diretas Já
Foto: Divulgação
Inês Calado* Do NE10
Difícil ler a notícia da morte trágica do bispo anglicano Edward Robinson de Barros Cavalcanti. Um homem que escutei diversas vezes pregar sobre paz, tolerância, equilíbrio. Um homem que, acredito, soube alinhar como poucos política e religião. Um líder cristão que defendia, sem medo, a importância de se estudar a Palavra de Deus com coerência, decifrando o que ela tem a nos revelar nos dias de hoje. Sem qualquer fanatismo, mas longe de adequá-la às nossas necessidades.
Robinson tinha orgulho, sim, de sua caminhada cristã, mas nunca a impôs com autoritarismo. Se dizia distante da teologia fundamentalista e do liberalismo. Se considerava cristão, protestante, evangélico, anglicano. Exatamente nesta ordem. Para ele, a igreja era agente de transformação, uma "Utopia Possível".
Não conhecia Robinson além das portas da igreja. Mas acredito que sua vida e discurso coerente inspiravam a muitos outros, na universidade, na política, na família. Lamento, sobretudo, que o crime tenha sido praticado de forma bárbara por seu filho. Ele, que tantas vezes, pregou sobre a importância da família. Sua trajetória de amor e fraternidade não merecia terminar dessa forma.
* Inês Calado é cristã, evangélica, anglicana e repórter do NE10
Fonte: Jornal do Commercio
Grande Recife // Dor
Igreja Anglicana divulga nota de falecimento do bispo Robinson Cavalcanti
Publicado em 27.02.2012, às 08h37
9f0d0f68eab17bd5c88fc47cba4c8e79.jpg
Detalhe da página da igreja
Do NE10
O Igreja Anglicana - Diocese do Recife divulgou, em seu site, nota de falecimento do Bispo Robinson Cavalcanti. Confira abaixo:
NOTA DE FALECIMENTO
É com grande pesar que a Igreja Anglicana - Diocese do Recife, comunica o trágico falecimento do Reverendíssimo Bispo Diocesano, Dom Edward Robinson de Barros Cavalcanti, e de sua esposa Miriam Cavalcanti, ocorrido neste domingo 26/02/2012 por volta das 22h na cidade de Olinda-PE.
A família diocesana agradece a Deus pela vida e devotado ministério do seu Pai em Deus, pastor, mestre e amigo, um verdadeiro profeta e mártir do nosso tempo, que lutou pela causa do evangelho de Cristo, por Sua igreja, bem como pela Comunhão Anglicana, e que contou sempre com sua esposa que, como fiel ajudadora, o apoiou em todos os anos de seu ministério.
Partiu para a Eternidade deixando um legado de serviço, amor e firmeza doutrinária, pelos quais essa Diocese continuará.
Oportunamente estaremos divulgando dia, horário e local do seu sepultamento.
Revmº Bispo Evilásio Tenório – Bispo Sufragâneo Eleito
Revmº Bispo Flávio Adair – Bispo Sufragâneo Eleito
Rev. Márcio Simões – Presidente do Conselho Diocesano
Filho é suspeito de matar os pais a facadas em Olinda
Publicado em 27.02.2012, às 07h36
Crime ocorreu na casa onde o casal vivia, em Olinda
Foto: Débora Nascimento/NE10
Do NE10 Com informações da Rádio Jornal
Atualizado às 10h47
Uma tragédia familiar em Pernambuco. Eduardo Olímpio Cotias Cavalcanti, 29 anos, é acusado de matar seus pais adotivos a facadas na casa onde moravam, na Rua Barão de São Borja, no bairro dos Bultrins, em Olinda, Grande Recife, na noite desse domingo (26), por volta das 22h. Depois dos crimes, tomou veneno.
Bispo Robinson Cavalcanti assumiu várias coordenações na UFRPE e foi candidato pelo PT
O pai, Edward Robinson de Barros Cavalcanti, 68, faleceu na hora. Ele era bispo diocesano da Igreja Episcopal Anglicana. A mãe, Miriam Nunes Machado Cotias Cavalcanti, 64, chegou a ser socorrida no Hospital Tricentenário, também em Olinda. Ela era professora aposentada.
Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e com licenciatura em Ciências Sociais na Universidade Católica de Pernambuco, Robinson Cavalcanti assumiu, na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), vários cargos altos - foi coordenador de graduação, de pós-graduação e de mestrado, chefe de Departamento, além de diretor do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFPE.
Robinson Cavalcanti também atuou nas campanhas presidenciais de Lula, de 1989 e 1994, e também foi candidato a vice-prefeito de Olinda (1996).
Para onde vamos meu Deus? O amor se esfriando no mundo! Quando um filho chega a uma selvageria dessas, demonstra o grau de frieza da falta de amor no mundo!
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Jornalista francesa ferida em Homs pede ajuda em vídeo postado na internet
Jornalista francesa ferida em Homs pede ajuda em vídeo postado na internet
France Presse
Publicação: 23/02/2012 17:36 Atualização: 23/02/2012 18:10
Paris - Dois repórteres franceses, entre eles a jornalista ferida Edith Bouvier, pediram ajuda num vídeo, nesta quinta-feira (23), a partir da cidade destruída de Homs (centro da Síria). Eles querem que seja organizada o mais rápido possível uma retirada, defendida por Paris.
As notícias chegaram no dia seguinte à morte da americana Marie Colvin, repórter do Sunday Times, e do francês Rémi Ochlik, fotógrafo da agência IP3 Press, vítimas da destruição de uma casa, que havia sido transformada em centro de imprensa - um drama que o presidente francês Nicolas Sarkozy classificou "de assassinato".
No vídeo de 6 minutos e 30 segundos, postado no Youtube, Edith Bouvier, repórter do jornal francês Le Figaro, aparece calma e sorri várias vezes, acomodada no leito, protegida por um cobertor. A seu lado está o fotógrafo francês William Daniels, correspondente na Síria das revistas Figaro e Time, que não está ferido. Eles estão em Homs, cercada há 20 dias pelas forças do regime de Bashar al-Assad.
"Bom dia, sou Edith Bouvier, jornalista francesa (...) É quinta-feira, 23 de fevereiro, e são quase 15H00. Ficamos feridos num ataque, ontem, no qual Marie Colvin e Rémi Ochlik foram mortos", diz ela no início do vídeo.
"Meu fêmur está quebrado em duas partes. Preciso ser operada o mais rápido possível. Os médicos estão nos tratando muito bem, fazendo o que podem, mas não têm meios para realizar a cirurgia", explica.
"Precisamos de uma trégua imediatamente, de uma ambulância em bom estado, se possível, que me conduza até o Líbano para ser tratada logo", conclui.
William Daniels conta que os sírios "os levaram a um local um pouco mais distante do hospital porque este está sendo visado pelas bombas".
Diz também que está sendo "muito difícil e muito perigoso" comunicar-se com o exterior.
"Espero que as autoridades francesas possam nos ajudar rapidamente porque aqui tudo é difícil, não há eletricidade, não há nada para comer, as bombas continuam a cair", afirmou, ao mesmo tempo em que se ouve pelo menos duas explosões durante o vídeo.
O fotógrafo britânico Paul Conroy, também ferido na quarta-feira, não aparece.
"Pelo que sei, Paul Conroy partiu de Homs em direção a um país vizinho, para receber tratamento médico", declarou à AFP uma porta-voz do Foreign Office sem poder precisar se ele já tinha deixado ou não a cidade.
Paris e Londres tentam retirar os feridos e os corpos dos dois jornalistas mortos, que não se sabe onde estão.
Após ter pedido um "acesso seguro", o ministro francês das Relações Exteriores, Alain Juppé, disse, durante uma viagem a Londres, ter "pedido a Damasco organizar a retirada" de Edith Bouvier.
Segundo o ministro sírio da Informação, Adnane Mahmoud, o governador de Homs está sendo contatado para tentar uma evacuação, mas, "por enquanto, não foi tomada uma medida concreta", comentou Juppé.
Militantes sírios disseram ter certeza que o centro de imprensa foi tomado como alvo "depois que as forças do regime captaram um sinal de transmissão" por satélite, enviado pelos repórteres.
France Presse
Publicação: 23/02/2012 17:36 Atualização: 23/02/2012 18:10
Paris - Dois repórteres franceses, entre eles a jornalista ferida Edith Bouvier, pediram ajuda num vídeo, nesta quinta-feira (23), a partir da cidade destruída de Homs (centro da Síria). Eles querem que seja organizada o mais rápido possível uma retirada, defendida por Paris.
As notícias chegaram no dia seguinte à morte da americana Marie Colvin, repórter do Sunday Times, e do francês Rémi Ochlik, fotógrafo da agência IP3 Press, vítimas da destruição de uma casa, que havia sido transformada em centro de imprensa - um drama que o presidente francês Nicolas Sarkozy classificou "de assassinato".
No vídeo de 6 minutos e 30 segundos, postado no Youtube, Edith Bouvier, repórter do jornal francês Le Figaro, aparece calma e sorri várias vezes, acomodada no leito, protegida por um cobertor. A seu lado está o fotógrafo francês William Daniels, correspondente na Síria das revistas Figaro e Time, que não está ferido. Eles estão em Homs, cercada há 20 dias pelas forças do regime de Bashar al-Assad.
"Bom dia, sou Edith Bouvier, jornalista francesa (...) É quinta-feira, 23 de fevereiro, e são quase 15H00. Ficamos feridos num ataque, ontem, no qual Marie Colvin e Rémi Ochlik foram mortos", diz ela no início do vídeo.
"Meu fêmur está quebrado em duas partes. Preciso ser operada o mais rápido possível. Os médicos estão nos tratando muito bem, fazendo o que podem, mas não têm meios para realizar a cirurgia", explica.
"Precisamos de uma trégua imediatamente, de uma ambulância em bom estado, se possível, que me conduza até o Líbano para ser tratada logo", conclui.
William Daniels conta que os sírios "os levaram a um local um pouco mais distante do hospital porque este está sendo visado pelas bombas".
Diz também que está sendo "muito difícil e muito perigoso" comunicar-se com o exterior.
"Espero que as autoridades francesas possam nos ajudar rapidamente porque aqui tudo é difícil, não há eletricidade, não há nada para comer, as bombas continuam a cair", afirmou, ao mesmo tempo em que se ouve pelo menos duas explosões durante o vídeo.
O fotógrafo britânico Paul Conroy, também ferido na quarta-feira, não aparece.
"Pelo que sei, Paul Conroy partiu de Homs em direção a um país vizinho, para receber tratamento médico", declarou à AFP uma porta-voz do Foreign Office sem poder precisar se ele já tinha deixado ou não a cidade.
Paris e Londres tentam retirar os feridos e os corpos dos dois jornalistas mortos, que não se sabe onde estão.
Após ter pedido um "acesso seguro", o ministro francês das Relações Exteriores, Alain Juppé, disse, durante uma viagem a Londres, ter "pedido a Damasco organizar a retirada" de Edith Bouvier.
Segundo o ministro sírio da Informação, Adnane Mahmoud, o governador de Homs está sendo contatado para tentar uma evacuação, mas, "por enquanto, não foi tomada uma medida concreta", comentou Juppé.
Militantes sírios disseram ter certeza que o centro de imprensa foi tomado como alvo "depois que as forças do regime captaram um sinal de transmissão" por satélite, enviado pelos repórteres.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Filme chileno e documentário sobre guerra antidrogas triunfam em Sundance
Filme chileno e documentário sobre guerra antidrogas triunfam em Sundance

France Presse
Publicação: 29/01/2012 15:37 Atualização:
Park City - O filme chileno "Violeta se fue a los cielos" sobre a cantora Violeta Parra, um documentário sobre a guerra contra as drogas nos Estados Unidos e uma história fantástica ganharam neste sábado os grandes prêmios do festival de cinema independente de Sundance.
Na seção internacional, "Violeta se fue a los cielos" recebeu o Grande Prêmio do Juri ao término da 28ª edição do festival realizado em Park City (Utah, oeste).
Já o Grande Prêmio de Ficção americano, o mais prestigioso do evento, ficou com "Beasts of the Southern Wild", um filme repleto de animais imaginários que narra as aventuras de uma menina de seis anos nos confins do mundo.
"The House I Live In", de Eugene Jarecki, que retrata com uma visão crítica a guerra contra as drogas iniciada há 40 anos pelos Estados Unidos, ganhou o Grande Prêmio de Documentário americano.
"Este é um reconhecimento que recebemos em nome de toda a comunidade cinematográfica chilena, gostaria estar aí para comemorar com vocês", disse o diretor de "Violeta se fue a los cielos", Andrés Wood, por meio de uma nota em inglês lida na cerimônia.
O filme conta a história da cantora e compositora chilena, Violeta Parra, que se suicidou em 1967 com um tiro na cabeça.
Já o filme vencedor "Beasts of the Southern Wild" foi realizado como parte de um programa do Instituto Sundance, que organiza o festival.
"Espero que este filme seja como uma bandeira para os produtores, para que permitam que os diretores explorem o mundo, não apenas criativamente, mas também fisicamente, e que cheguem até o final do mundo, como nós fizemos", disse sua diretora, Zeitlin, ao receber o prêmio por seu primeiro longa-metragem.
O documentário de Jarecki revisa a história da chamada "guerra contra as drogas" que levou milhões de pessoas, principalmente negros e hispânicos, à prisão.
"O resultado da guerra contra as drogas nos Estados Unidos é uma tragédia. Temos 2,3 milhões de pessoas na prisão, mais que qualquer outro país no mundo. É um segredo terrível e trágico", declarou o diretor ao receber o prêmio.
Por fim, o Grande Prêmio do Juri de Documentário Estrangeiro foi concedido ao filme israelense "The Law in These Parts", que se pergunta, através de testemunhos de juízes, sobre a fundamentação da lei de emergência criada em 1967 por Israel para os territórios palestinos ocupados.
Outros vencedores da noite foram o filme turco "Can", de Rasit Celikezer, e os documentários "Love free or die" de Macky Alston, "Ai Weiwei: Never Sorry" de Alison Klayman e "Searching for Sugarman", de Malik Bendjelloul, que receberam prêmios especiais do Juri.
Este último filme também recebeu o prêmio do público, concedido também ao filme indiano-americano "Valley of the Saints", de Musa Syeed, ao americano "The Surrogate", de Ben Lewin, e ao documentário "The Invisible War", de Kirby Dick.
Neste ano Sundance apresentou cerca de 120 longa-metragens, dos quais 58 estavam em concorrência.
O festival, fundado pelo ator Robert Redford para fazer contrapeso aos estúdios hollywoodianos, ao oferecer uma vitrine à produção independente, se tornou nos últimos anos o maior festival dos Estados Unidos.

France Presse
Publicação: 29/01/2012 15:37 Atualização:
Park City - O filme chileno "Violeta se fue a los cielos" sobre a cantora Violeta Parra, um documentário sobre a guerra contra as drogas nos Estados Unidos e uma história fantástica ganharam neste sábado os grandes prêmios do festival de cinema independente de Sundance.
Na seção internacional, "Violeta se fue a los cielos" recebeu o Grande Prêmio do Juri ao término da 28ª edição do festival realizado em Park City (Utah, oeste).
Já o Grande Prêmio de Ficção americano, o mais prestigioso do evento, ficou com "Beasts of the Southern Wild", um filme repleto de animais imaginários que narra as aventuras de uma menina de seis anos nos confins do mundo.
"The House I Live In", de Eugene Jarecki, que retrata com uma visão crítica a guerra contra as drogas iniciada há 40 anos pelos Estados Unidos, ganhou o Grande Prêmio de Documentário americano.
"Este é um reconhecimento que recebemos em nome de toda a comunidade cinematográfica chilena, gostaria estar aí para comemorar com vocês", disse o diretor de "Violeta se fue a los cielos", Andrés Wood, por meio de uma nota em inglês lida na cerimônia.
O filme conta a história da cantora e compositora chilena, Violeta Parra, que se suicidou em 1967 com um tiro na cabeça.
Já o filme vencedor "Beasts of the Southern Wild" foi realizado como parte de um programa do Instituto Sundance, que organiza o festival.
"Espero que este filme seja como uma bandeira para os produtores, para que permitam que os diretores explorem o mundo, não apenas criativamente, mas também fisicamente, e que cheguem até o final do mundo, como nós fizemos", disse sua diretora, Zeitlin, ao receber o prêmio por seu primeiro longa-metragem.
O documentário de Jarecki revisa a história da chamada "guerra contra as drogas" que levou milhões de pessoas, principalmente negros e hispânicos, à prisão.
"O resultado da guerra contra as drogas nos Estados Unidos é uma tragédia. Temos 2,3 milhões de pessoas na prisão, mais que qualquer outro país no mundo. É um segredo terrível e trágico", declarou o diretor ao receber o prêmio.
Por fim, o Grande Prêmio do Juri de Documentário Estrangeiro foi concedido ao filme israelense "The Law in These Parts", que se pergunta, através de testemunhos de juízes, sobre a fundamentação da lei de emergência criada em 1967 por Israel para os territórios palestinos ocupados.
Outros vencedores da noite foram o filme turco "Can", de Rasit Celikezer, e os documentários "Love free or die" de Macky Alston, "Ai Weiwei: Never Sorry" de Alison Klayman e "Searching for Sugarman", de Malik Bendjelloul, que receberam prêmios especiais do Juri.
Este último filme também recebeu o prêmio do público, concedido também ao filme indiano-americano "Valley of the Saints", de Musa Syeed, ao americano "The Surrogate", de Ben Lewin, e ao documentário "The Invisible War", de Kirby Dick.
Neste ano Sundance apresentou cerca de 120 longa-metragens, dos quais 58 estavam em concorrência.
O festival, fundado pelo ator Robert Redford para fazer contrapeso aos estúdios hollywoodianos, ao oferecer uma vitrine à produção independente, se tornou nos últimos anos o maior festival dos Estados Unidos.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Ministério da Saúde anuncia medidas para tratamento de viciados na Cracolândia
Ministério da Saúde anuncia medidas para tratamento de viciados na Cracolândia
O ministro da saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quarta-feira (18), um investimento de R$ 6,4 milhões para programas de tratamento de dependentes químicos na região da Cracolândia, centro da cidade de São Paulo.
O anúncio foi feito durante a primeira visita do ministro a São Paulo depois de começadas as operações do governo de Geraldo Alckmin de expulsão dos usuários da região “pela dor e sofrimento”, como definiu Luiz Alberto Chaves de Oliveira, coordenador de políticas de drogas da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania.
O ministro também anunciou que 16 equipes de saúde que atuam em São Paulo passarão a receber subsídios do governo federal para se tornar “consultórios de rua”, e que está estudando, junto à prefeitura, fazer com que algumas unidades do Caps (Centro de Atenção Psicossocial) funcionem 24 horas, dentre as quais as unidades na Rua Prates e Jardim Ângela já foram selecionadas.
Padilha anunciou ainda a criação de dez residências terapêuticas - consideradas a última etapa do tratamento de dependentes químicos – em São Paulo até março deste ano. Esses centros são responsáveis pela reinserção do paciente na sociedade como, por exemplo, a procura por um emprego, etc.
Fonte: A Hora do Povo
O ministro da saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quarta-feira (18), um investimento de R$ 6,4 milhões para programas de tratamento de dependentes químicos na região da Cracolândia, centro da cidade de São Paulo.
O anúncio foi feito durante a primeira visita do ministro a São Paulo depois de começadas as operações do governo de Geraldo Alckmin de expulsão dos usuários da região “pela dor e sofrimento”, como definiu Luiz Alberto Chaves de Oliveira, coordenador de políticas de drogas da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania.
O ministro também anunciou que 16 equipes de saúde que atuam em São Paulo passarão a receber subsídios do governo federal para se tornar “consultórios de rua”, e que está estudando, junto à prefeitura, fazer com que algumas unidades do Caps (Centro de Atenção Psicossocial) funcionem 24 horas, dentre as quais as unidades na Rua Prates e Jardim Ângela já foram selecionadas.
Padilha anunciou ainda a criação de dez residências terapêuticas - consideradas a última etapa do tratamento de dependentes químicos – em São Paulo até março deste ano. Esses centros são responsáveis pela reinserção do paciente na sociedade como, por exemplo, a procura por um emprego, etc.
Fonte: A Hora do Povo
domingo, 15 de janeiro de 2012
Dilma vai endurecer regras para rádio e TV
Dilma vai endurecer regras para rádio e TV
Segundo decreto, interessado em obter licença para concessões terá de comprovar que pode bancar a emissora
Forma de pagamento também foi alterada -o vencedor terá de desembolsar o valor da concessão à vista
MAELI PRADO
FLÁVIA FOREQUE
DE BRASÍLIA
JULIO WIZIACK
DE SÃO PAULO
A presidente Dilma Rousseff deverá assinar na segunda-feira o decreto que deixará mais rígidas as regras para concessões de rádio e televisão no país.
Na tarde de ontem, a presidente chamou o ministro Paulo Bernardo (Comunicações), que está em férias, para fazer "ajustes" no decreto, em discussão no governo desde o ano passado.
Pelas novas regras, os interessados em adquirir novas licenças terão de comprovar capacidade financeira para bancar a montagem das emissoras de rádio ou TV.
Para isso, a principal mudança prevista é o aumento do valor da caução. Hoje, os interessados em disputar uma outorga são obrigados a fazer um depósito de 1% do valor da licença para participar da disputa.
A Folha apurou que o ministério pretendia aumentar esse percentual para 20%, mas a presidente Dilma pediu ao ministro que não só revisse o índice como criasse mecanismos alternativos para licenças de elevado valor.
O objetivo seria dar tratamento especial aos grandes projetos de emissoras.
PAGAMENTO
Outra mudança prevista é a forma do pagamento pela concessão. Decidido o vencedor da disputa pela licença de rádio ou TV, o desembolso será à vista.
As regras em vigor atualmente permitem o parcelamento. Primeiro, paga-se metade do valor e, ainda assim, após a aprovação do nome do vencedor (e do projeto da emissora) pelo Congresso. O restante é pago após um ano.
As mudanças ocorrem após reportagem da Folha que, em março do ano passado, revelou irregularidades cometidas por empresas na negociação de concessões públicas de rádio e TV.
Na ocasião, quase metade das 91 empresas investigadas pela reportagem não funcionava nos endereços informados ao ministério. Entre seus proprietários estavam funcionários públicos, donas de casa, cabeleireira, enfermeiro, entre outros com renda incompatível com o negócio.
Desde que decidiu alterar as regras, o ministério suspendeu novas licitações. (texto enviado por e-mail).
Segundo decreto, interessado em obter licença para concessões terá de comprovar que pode bancar a emissora
Forma de pagamento também foi alterada -o vencedor terá de desembolsar o valor da concessão à vista
MAELI PRADO
FLÁVIA FOREQUE
DE BRASÍLIA
JULIO WIZIACK
DE SÃO PAULO
A presidente Dilma Rousseff deverá assinar na segunda-feira o decreto que deixará mais rígidas as regras para concessões de rádio e televisão no país.
Na tarde de ontem, a presidente chamou o ministro Paulo Bernardo (Comunicações), que está em férias, para fazer "ajustes" no decreto, em discussão no governo desde o ano passado.
Pelas novas regras, os interessados em adquirir novas licenças terão de comprovar capacidade financeira para bancar a montagem das emissoras de rádio ou TV.
Para isso, a principal mudança prevista é o aumento do valor da caução. Hoje, os interessados em disputar uma outorga são obrigados a fazer um depósito de 1% do valor da licença para participar da disputa.
A Folha apurou que o ministério pretendia aumentar esse percentual para 20%, mas a presidente Dilma pediu ao ministro que não só revisse o índice como criasse mecanismos alternativos para licenças de elevado valor.
O objetivo seria dar tratamento especial aos grandes projetos de emissoras.
PAGAMENTO
Outra mudança prevista é a forma do pagamento pela concessão. Decidido o vencedor da disputa pela licença de rádio ou TV, o desembolso será à vista.
As regras em vigor atualmente permitem o parcelamento. Primeiro, paga-se metade do valor e, ainda assim, após a aprovação do nome do vencedor (e do projeto da emissora) pelo Congresso. O restante é pago após um ano.
As mudanças ocorrem após reportagem da Folha que, em março do ano passado, revelou irregularidades cometidas por empresas na negociação de concessões públicas de rádio e TV.
Na ocasião, quase metade das 91 empresas investigadas pela reportagem não funcionava nos endereços informados ao ministério. Entre seus proprietários estavam funcionários públicos, donas de casa, cabeleireira, enfermeiro, entre outros com renda incompatível com o negócio.
Desde que decidiu alterar as regras, o ministério suspendeu novas licitações. (texto enviado por e-mail).
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