Nesta estação vejo flores apesar da seca em Brasília
Enxergo além com visão de águia
O verão chegando
O inverno bem longe
O outono dos frutos bem perto!!!
A paixão é como o casaco de pele que só agasalha numa estação do ano
Mas, o amor vindo de Deus nos aquece em qualquer estação e não causa danos...
seja no calor dos dias, quando estamos em gozo de alegria
ou seja no frio dos anos...
seja na abundância dos frutos do outono
ou na escassez dos espinhos na primavera dos teus planos...
trechos do meu poema do CD Verbo Amar
sábado, 17 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Festa dos 75 anos da Rádio MEC e da Rádio Nacional nesta segunda, 12 de setembro
Festa dos 75 anos da Rádio MEC e da Rádio Nacional Nesta segunda, 12 de setembro
sex, 09/09/2011 - 17:08 — ericas
Para comemorar seus 75 anos de vida, as Rádios MEC AM e Nacional vão realizar um show no dia 12 de setembro, das 13h às 16h, no parque Campo de Santana, no Rio de Janeiro.
O evento reunirá a diversidade de artistas e gêneros musicais das duas emissoras, com apresentações de samba, choro, forró, moda de viola, música infantil, mpb, pop-rock, funk e bandas de música.
A Banda de Música do Batalhão do Imperador abrirá a festa executando um dobrado pelas alas do parque. Para esse show, será montado um palco especial na praça central do parque.
No elenco, a cantora Dorina, Cláudio Jorge, o Conjunto Época de Ouro, Mc Leonardo, Jaime Alem, Jujuba e Ana Nogueira, Sergival, a Banda Filarmônica do Rio de Janeiro e outros.
A programação se complementa com o esquete teatral do Núcleo de Radiodramaturgia EBC e a apresentação poética de Geraldo do Norte, Pedro Paulo Gil e Marília Martins. Outra atração da festa de aniversário é uma exposição sobre a história das duas emissoras e a evolução do rádio no mundo, com painéis da artista gráfica, Ruth Freihoff.
RÁDIO MEC E RÁDIO NACIONAL – 75 ANOS DE HISTÓRIA
Do pioneirismo do início do século XX à contemporaneidade do século XXI
As Rádios MEC (AM 800 kHz e FM 98,9 MHz) e NACIONAL (AM 1.130 kHz), do Rio de Janeiro, que integram a Superintendência de Rádio da Empresa Brasil de Comunicação – EBC, comemoram em setembro 75 anos de história. Criadas em momentos distintos, percorreram caminhos similares em defesa da promoção da cultura, da educação e da cidadania.
São mais de sete décadas de testemunho da história do País, conforme atestam seus acervos sonoros. Por suas programações passaram importantes nomes que ajudaram a construir o país em todos os campos: política, ciência, economia, educação e cultura em seu sentido amplo.
Cada emissora, voltada a um segmento de público. A Rádio MEC mantém seu compromisso com a educação, a música clássica, o radioteatro e programas voltados para temas científicos. A Rádio Nacional, com outro perfil, construiu sua identidade com uma programação ancorada na música popular, radionovelas, narrações esportivas, programas humorísticos e noticiários.
Ambas as emissoras viveram o auge do rádio transmitido ao vivo, com programas de auditório abertos ao público, transmissões diretas de seus estúdios e dos espaços culturais do Rio de Janeiro, grupos musicais e orquestras próprias, elencos de radioteatro e professores de várias disciplinas nos programas educativos.
A RÁDIO MEC
Há 88 anos, o Brasil ganhava sua primeira emissora radiofônica. A Rádio Sociedade do Rio de Janeiro surgiu movida pelo sonho de cientistas da Academia Brasileira de Ciências, liderados por Edgar Roquette-Pinto e Henrique Morize. Com o lema “Pela cultura dos que vivem em nossa terra – pelo progresso do Brasil”, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro cumpriu importante papel como disseminadora de cultura e educação, em uma época em que as comunicações eletrônicas davam os primeiros passos. Treze anos depois de sua primeira transmissão, Roquette-Pinto e seus companheiros decidem doar a Rádio Sociedade ao Ministério da Educação e Saúde, como forma de preservar os compromissos que lhe deram origem: servir ao povo brasileiro e à educação. Assim, surge, em sete de setembro 1936, a Rádio Ministério da Educação, que vai se consolidar no decorrer dos tempos como a Rádio MEC.
Tendo em seu quadro profissional músicos, maestros e compositores como Villa-Lobos, Guerra-Peixe e Alceo Bocchino, atores como Paulo Autran e Fernanda Montenegro, escritores como Fernando Sabino, Cecilia Meireles e Paulo Mendes Campos, a Rádio MEC marcou presença no cenário radiofônico brasileiro com seus programas educativos, culturais e musicais, por muitas décadas. Na emissora surgiu a Orquestra Sinfônica Nacional, que nos anos 80 seria transferida para a UFF, além de várias outras formações musicais, constituindo-se um verdadeiro celeiro dos melhores músicos do país.
A RÁDIO NACIONAL
A Rádio Nacional do Rio de Janeiro, fundada em 12 de setembro de 1936, foi, durante os anos 1940 e 1950, o maior veículo de comunicação de massa do Brasil. Primeira emissora de alcance nacional, espelhou o país com seus noticiários, a emoção do esporte, a dramaturgia, a música e o humor de nossa gente. A Rádio Nacional consolidou-se como matriz do rádio popular, explorando sempre todas as possibilidades do rádio e se fazendo exuberante em sua diversidade de formatos e conteúdos.
Seus programas de auditório, de humor, musicais, radionovelas, narrações esportivas e noticiários, ecoavam por todo o país e faziam da emissora um verdadeiro manancial de músicos, maestros, intérpretes, da música e do teatro, humoristas, roteiristas, sonoplastas, locutores, repórteres e técnicos.
Passarela de artistas, o auditório da Rádio Nacional tornou-se uma espécie de teatro popular. E nesse teatro, a música gaúcha, a nordestina, chorinhos, emboladas, canções folclóricas, o repertório variado de cantores e cantoras de grande popularidade, além das inovações da música urbana que pavimentaram o caminho para o surgimento da bossa-nova e a moderna MPB. A Rádio Nacional também contribuiu para realçar a expressividade de nossa língua, a variedade de nossa cultura, o imaginário do nosso povo.
A ERA EBC
Com o surgimento da EBC – Empresa Brasil de Comunicação –, em outubro de 2007, a nova empresa passou a reunir na Superintendência de Rádio oito emissoras e uma radioagência. No Rio de Janeiro, as rádios MEC AM, MEC FM e Nacional; em Brasília, as rádios Nacional AM, Nacional FM e MEC AM; na Amazônia a Rádio Nacional da Amazônia OC e a Rádio Nacional do Alto Solimões, na cidade de Tabatinga-AM.
A Superintendência de Rádio traçou sua linha de ação através de um processo de discussão realizado em seminários estratégicos, audiências públicas e colóquios de parcerias com instituições da sociedade civil. Além de frequentes reuniões da equipe de gestão.
O consenso construído nesses eventos permitiu reconhecer a dimensão histórica de suas emissoras e, ao mesmo tempo, assumir o desafio de se estruturar cada uma delas. Claro, que sempre respeitando seu perfil e focando em aspectos como o alcance geográfico, posicionamento com base nas respectivas identidades das rádios, público atendido atualmente e novos públicos a serem alcançados.
AS EMISSORAS HOJE
Com o objetivo de se buscar maior abrangência e qualidade de som para as emissoras, foram adquiridos novos transmissores para as rádios MEC e Nacional do Rio de Janeiro. Um transmissor de 35 Kws para a Rádio MEC FM, já instalado, e transmissores de 100 Kws paras as rádios MEC AM e Nacional, estes em fase de instalação.
A partir de considerações sobre o perfil de cada emissora, a equipe de gestão trabalhou nos últimos quatro anos para garantir melhorias na qualidade da programação, agregando novas produções, renovando a linguagem de programas históricos, ajustando as grades de acordo com o perfil de cada emissora, abrindo espaço para a produção independente e a coprodução com parceiros.
Com o objetivo de resgatar parte das matrizes do rádio brasileiro, foi fortalecido o Núcleo de Jornalismo, e foram criados três novos Núcleos de Produção, o de Esportes, o de Radiodramaturgia e o de Programas Infanto-Juvenis. Com essas medidas devolveu-se às emissoras de rádios da EBC a condição de espaços de criação, considerando-se critérios como legitimidade cultural, qualidade artística e os princípios que regem a comunicação pública.
Na Rádio Nacional, novos programas musicais como Época de Ouro (choro), O Amigo da Madrugada (samba), Funk Nacional (funk), Garimpo (MPB), Revista Riso e Charges Sonoras (humor), Puxa o Fole (forró), vieram se somar a outros tantos já consagrados, garantindo a diversidade de gêneros da nossa música. Na MEC AM, o Estação Brincadeira veio consolidar a faixa infantil das manhãs de sábado, enquanto o Zoasom veio atender aos jovens nas tardes de quinta, além de outros programas musicais como Maestros da MPB, com foco na obra de maestros e arranjadores de nossa música popular, Vozes Brasileiras (conjuntos vocais), e O Som das Bandas, com bandas de música de todo o Estado. Já na MEC FM, as novas produções como Violões em Foco, que reúne virtuoses do instrumento, Som de Letra, que revela a ligação entre música e literatura, Blim-blem-blom (música clássica para crianças) e Kinoscope (música no cinema) vieram agregar valor à já consagrada grade voltada para a música de concerto.
Esta é a nova realidade dessas emissoras, que completam em setembro 75 anos de existência, cumprindo seu papel como emissoras públicas, apostando na informação de qualidade, na divulgação da nossa diversidade cultural e na construção da cidadania
sex, 09/09/2011 - 17:08 — ericas
Para comemorar seus 75 anos de vida, as Rádios MEC AM e Nacional vão realizar um show no dia 12 de setembro, das 13h às 16h, no parque Campo de Santana, no Rio de Janeiro.
O evento reunirá a diversidade de artistas e gêneros musicais das duas emissoras, com apresentações de samba, choro, forró, moda de viola, música infantil, mpb, pop-rock, funk e bandas de música.
A Banda de Música do Batalhão do Imperador abrirá a festa executando um dobrado pelas alas do parque. Para esse show, será montado um palco especial na praça central do parque.
No elenco, a cantora Dorina, Cláudio Jorge, o Conjunto Época de Ouro, Mc Leonardo, Jaime Alem, Jujuba e Ana Nogueira, Sergival, a Banda Filarmônica do Rio de Janeiro e outros.
A programação se complementa com o esquete teatral do Núcleo de Radiodramaturgia EBC e a apresentação poética de Geraldo do Norte, Pedro Paulo Gil e Marília Martins. Outra atração da festa de aniversário é uma exposição sobre a história das duas emissoras e a evolução do rádio no mundo, com painéis da artista gráfica, Ruth Freihoff.
RÁDIO MEC E RÁDIO NACIONAL – 75 ANOS DE HISTÓRIA
Do pioneirismo do início do século XX à contemporaneidade do século XXI
As Rádios MEC (AM 800 kHz e FM 98,9 MHz) e NACIONAL (AM 1.130 kHz), do Rio de Janeiro, que integram a Superintendência de Rádio da Empresa Brasil de Comunicação – EBC, comemoram em setembro 75 anos de história. Criadas em momentos distintos, percorreram caminhos similares em defesa da promoção da cultura, da educação e da cidadania.
São mais de sete décadas de testemunho da história do País, conforme atestam seus acervos sonoros. Por suas programações passaram importantes nomes que ajudaram a construir o país em todos os campos: política, ciência, economia, educação e cultura em seu sentido amplo.
Cada emissora, voltada a um segmento de público. A Rádio MEC mantém seu compromisso com a educação, a música clássica, o radioteatro e programas voltados para temas científicos. A Rádio Nacional, com outro perfil, construiu sua identidade com uma programação ancorada na música popular, radionovelas, narrações esportivas, programas humorísticos e noticiários.
Ambas as emissoras viveram o auge do rádio transmitido ao vivo, com programas de auditório abertos ao público, transmissões diretas de seus estúdios e dos espaços culturais do Rio de Janeiro, grupos musicais e orquestras próprias, elencos de radioteatro e professores de várias disciplinas nos programas educativos.
A RÁDIO MEC
Há 88 anos, o Brasil ganhava sua primeira emissora radiofônica. A Rádio Sociedade do Rio de Janeiro surgiu movida pelo sonho de cientistas da Academia Brasileira de Ciências, liderados por Edgar Roquette-Pinto e Henrique Morize. Com o lema “Pela cultura dos que vivem em nossa terra – pelo progresso do Brasil”, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro cumpriu importante papel como disseminadora de cultura e educação, em uma época em que as comunicações eletrônicas davam os primeiros passos. Treze anos depois de sua primeira transmissão, Roquette-Pinto e seus companheiros decidem doar a Rádio Sociedade ao Ministério da Educação e Saúde, como forma de preservar os compromissos que lhe deram origem: servir ao povo brasileiro e à educação. Assim, surge, em sete de setembro 1936, a Rádio Ministério da Educação, que vai se consolidar no decorrer dos tempos como a Rádio MEC.
Tendo em seu quadro profissional músicos, maestros e compositores como Villa-Lobos, Guerra-Peixe e Alceo Bocchino, atores como Paulo Autran e Fernanda Montenegro, escritores como Fernando Sabino, Cecilia Meireles e Paulo Mendes Campos, a Rádio MEC marcou presença no cenário radiofônico brasileiro com seus programas educativos, culturais e musicais, por muitas décadas. Na emissora surgiu a Orquestra Sinfônica Nacional, que nos anos 80 seria transferida para a UFF, além de várias outras formações musicais, constituindo-se um verdadeiro celeiro dos melhores músicos do país.
A RÁDIO NACIONAL
A Rádio Nacional do Rio de Janeiro, fundada em 12 de setembro de 1936, foi, durante os anos 1940 e 1950, o maior veículo de comunicação de massa do Brasil. Primeira emissora de alcance nacional, espelhou o país com seus noticiários, a emoção do esporte, a dramaturgia, a música e o humor de nossa gente. A Rádio Nacional consolidou-se como matriz do rádio popular, explorando sempre todas as possibilidades do rádio e se fazendo exuberante em sua diversidade de formatos e conteúdos.
Seus programas de auditório, de humor, musicais, radionovelas, narrações esportivas e noticiários, ecoavam por todo o país e faziam da emissora um verdadeiro manancial de músicos, maestros, intérpretes, da música e do teatro, humoristas, roteiristas, sonoplastas, locutores, repórteres e técnicos.
Passarela de artistas, o auditório da Rádio Nacional tornou-se uma espécie de teatro popular. E nesse teatro, a música gaúcha, a nordestina, chorinhos, emboladas, canções folclóricas, o repertório variado de cantores e cantoras de grande popularidade, além das inovações da música urbana que pavimentaram o caminho para o surgimento da bossa-nova e a moderna MPB. A Rádio Nacional também contribuiu para realçar a expressividade de nossa língua, a variedade de nossa cultura, o imaginário do nosso povo.
A ERA EBC
Com o surgimento da EBC – Empresa Brasil de Comunicação –, em outubro de 2007, a nova empresa passou a reunir na Superintendência de Rádio oito emissoras e uma radioagência. No Rio de Janeiro, as rádios MEC AM, MEC FM e Nacional; em Brasília, as rádios Nacional AM, Nacional FM e MEC AM; na Amazônia a Rádio Nacional da Amazônia OC e a Rádio Nacional do Alto Solimões, na cidade de Tabatinga-AM.
A Superintendência de Rádio traçou sua linha de ação através de um processo de discussão realizado em seminários estratégicos, audiências públicas e colóquios de parcerias com instituições da sociedade civil. Além de frequentes reuniões da equipe de gestão.
O consenso construído nesses eventos permitiu reconhecer a dimensão histórica de suas emissoras e, ao mesmo tempo, assumir o desafio de se estruturar cada uma delas. Claro, que sempre respeitando seu perfil e focando em aspectos como o alcance geográfico, posicionamento com base nas respectivas identidades das rádios, público atendido atualmente e novos públicos a serem alcançados.
AS EMISSORAS HOJE
Com o objetivo de se buscar maior abrangência e qualidade de som para as emissoras, foram adquiridos novos transmissores para as rádios MEC e Nacional do Rio de Janeiro. Um transmissor de 35 Kws para a Rádio MEC FM, já instalado, e transmissores de 100 Kws paras as rádios MEC AM e Nacional, estes em fase de instalação.
A partir de considerações sobre o perfil de cada emissora, a equipe de gestão trabalhou nos últimos quatro anos para garantir melhorias na qualidade da programação, agregando novas produções, renovando a linguagem de programas históricos, ajustando as grades de acordo com o perfil de cada emissora, abrindo espaço para a produção independente e a coprodução com parceiros.
Com o objetivo de resgatar parte das matrizes do rádio brasileiro, foi fortalecido o Núcleo de Jornalismo, e foram criados três novos Núcleos de Produção, o de Esportes, o de Radiodramaturgia e o de Programas Infanto-Juvenis. Com essas medidas devolveu-se às emissoras de rádios da EBC a condição de espaços de criação, considerando-se critérios como legitimidade cultural, qualidade artística e os princípios que regem a comunicação pública.
Na Rádio Nacional, novos programas musicais como Época de Ouro (choro), O Amigo da Madrugada (samba), Funk Nacional (funk), Garimpo (MPB), Revista Riso e Charges Sonoras (humor), Puxa o Fole (forró), vieram se somar a outros tantos já consagrados, garantindo a diversidade de gêneros da nossa música. Na MEC AM, o Estação Brincadeira veio consolidar a faixa infantil das manhãs de sábado, enquanto o Zoasom veio atender aos jovens nas tardes de quinta, além de outros programas musicais como Maestros da MPB, com foco na obra de maestros e arranjadores de nossa música popular, Vozes Brasileiras (conjuntos vocais), e O Som das Bandas, com bandas de música de todo o Estado. Já na MEC FM, as novas produções como Violões em Foco, que reúne virtuoses do instrumento, Som de Letra, que revela a ligação entre música e literatura, Blim-blem-blom (música clássica para crianças) e Kinoscope (música no cinema) vieram agregar valor à já consagrada grade voltada para a música de concerto.
Esta é a nova realidade dessas emissoras, que completam em setembro 75 anos de existência, cumprindo seu papel como emissoras públicas, apostando na informação de qualidade, na divulgação da nossa diversidade cultural e na construção da cidadania
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
PROESA - Projeto de Odontologia Social Comunitária
PROESA - Projeto de Odontologia Social Comunitária
O Projeto de Odontologia Social Comunitária é um trabalho social desenvolvido pelo Drº Marco Antonio Cançado, especialista em implantodontia e prótese dentária, desde o ano 2000.
O Drº Marco Antonio Cançado uma vez por semana abre o consultório particular, que fica em Taguatinga - Brasília/DF, no Edifício Taguatinga Trade Center, para atender pessoas de baixa renda que não tem plano de saúde e não possui condições de atendimento particular convencional.
A Missão deste projeto é a reabilitação de pacientes, que perderam todos ou quase todos os dentes, por meio do uso de implantes de titânio, devolvendo a função mastigatória e estética, e principalmente, proporcionando cidadania e inclusão social aos participantes.
Desde a inauguração do Projeto foram atendidos mais de 1.200 beneficiados; pessoas que receberam atendimento de qualidade e com isso melhoraram sua auto-estima e qualidade de vida.
Parte dos custos dos tratamentos é patrocinado pelos parceiros do Projeto, entre eles, empresários, fornecedores de materiais e indústrias.
Saiba mais:
www.proesa.org
Entrevista no SBT:
http://www.youtube.com/watch?v=Fhs06PHDSRo
Entrevista na Globo:
http://www.youtube.com/watch?v=xLnefIghpGY
Entrevista na Record:
http://www.youtube.com/watch?v=WMiE52UFv8E
O Projeto de Odontologia Social Comunitária é um trabalho social desenvolvido pelo Drº Marco Antonio Cançado, especialista em implantodontia e prótese dentária, desde o ano 2000.
O Drº Marco Antonio Cançado uma vez por semana abre o consultório particular, que fica em Taguatinga - Brasília/DF, no Edifício Taguatinga Trade Center, para atender pessoas de baixa renda que não tem plano de saúde e não possui condições de atendimento particular convencional.
A Missão deste projeto é a reabilitação de pacientes, que perderam todos ou quase todos os dentes, por meio do uso de implantes de titânio, devolvendo a função mastigatória e estética, e principalmente, proporcionando cidadania e inclusão social aos participantes.
Desde a inauguração do Projeto foram atendidos mais de 1.200 beneficiados; pessoas que receberam atendimento de qualidade e com isso melhoraram sua auto-estima e qualidade de vida.
Parte dos custos dos tratamentos é patrocinado pelos parceiros do Projeto, entre eles, empresários, fornecedores de materiais e indústrias.
Saiba mais:
www.proesa.org
Entrevista no SBT:
http://www.youtube.com/watch?v=Fhs06PHDSRo
Entrevista na Globo:
http://www.youtube.com/watch?v=xLnefIghpGY
Entrevista na Record:
http://www.youtube.com/watch?v=WMiE52UFv8E
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
SEGUNDA-FEIRA: MUNDO DE FORMIGAS
SEGUNDA-FEIRA: MUNDO DE FORMIGAS
Segunda-feira: Mundo de formigas
2 Timóteo 4:9-18
Demas, tendo amado o presente século, me abandonou… 2 Tim 4:10
Um dos pontos altos do meu trabalho como presidente de uma faculdade é o dia da formatura. Um ano, ao caminhar para a cerimônia de graduação, estava animado por pensar que nossos formandos estavam prontos para sair incumbidos de espalhar pelo mundo o conhecimento sobre o poder transformador do reino de Cristo. No caminho, percebi algumas diligentes formigas ocupando-se da sua rotina. Pensei: “Há coisas muito maiores acontecendo do que a construção de montes de terra!”
É fácil nos perdermos no “mundo de formigas”, encobrindo as vezes de forma não inocente e até mesmo inconseqüente, isto porque é cômodo o não envolvimento que representa morrer para VIVER — ocupados com nossas rotinas, a tal ponto que perdemos a alegria de nos envolver pessoalmente com o restante do grande viver em Deus ao redor do mundo. A atuação do Espírito está varrendo a América do Sul, milhares na África estão encontrando Cristo diariamente, os cristãos perseguidos estão aumentando e a costa asiática está latejante com o pulsar do evangelho! Esses pensamentos chegam a capturar o seu coração? Seu tempo? Sua vida de oração? O que você esta esperando?
Nossa preocupação com coisas de pouca importância traz-me à mente o relato de Paulo, de que “Demas, tendo amado o presente século, me abandonou…” (2 Timóteo 4:10). Fico imaginando se Demas se arrependeu por abandonar o evangelho e preferir os montes de terra deste mundo. Saiamos do “mundo de formigas” e engajemos os nossos corações e vidas na difusão do evangelho de Jesus Cristo.
Não permita que as pequenas distrações o afastem do trabalho maior de Deus ao redor do mundo. "O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque, tudo quanto ouvi de meu Pai, vos tenho feito conhecer. Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que, tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai, ele vo-lo conceda". João 15
"A melhor maneira de sermos gente fora do mundo de formigas é mediante a contemplação de Deus. E há aqui uma ironia: não se aprende a ser homem com o homem, mas com Deus. A imagem e semelhança de Deus que se encontra perdida no homem só pode ser reencontrada no Criador. Esta é a razão porque o humanismo não humanizou a humanidade. Ao contrário, desumanizou-a profundamente. Quando o homem busca o homem no homem, o humano se perde no homem. Quando o homem busca o homem em Deus, ele se encontro consigo mesmo e com o próximo, seu semelhante que perdeu a semelhança com Deus pelo pecado" ( "Oração para viver e morrer" Ed. pró logos).
Hoje é o dia de mudar pois é Ele que te traz esta mensagem em amor, Filhinhos não se deixem enganar mais, lembre-se: E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará.Mateus 24
“Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos.” (Jeremias 32:39) Um só coração nos fala de intenções, de desejos, de vontades, de inclinações de alma. Isso é unidade, isso é o que faz as coisas acontecerem. Um só caminho fala de atitudes, fala de atos práticos e de decisões, de mudanças e de perseverança. Um só caminho é ir na mesma direção e, mesmo não chegando ao mesmo tempo, todos chegarão ao mesmo destino. Se agora vamos ganhar nossa cidade para o Reino, vamos todos. Se agora vamos construir um prédio, vamos todos. Se vamos orar por um milagre, vamos todos. Mais do que ter vontade, que cabe ao coração, o caminho é o fazer. Podemos estar unidos de coração e de caminho, mas para isso teremos de abrir mão de alguns luxos, especialmente de fazer valer a nossa vontade individual. Quanto mais cedemos, mais nos unimos. Mas mais do que isso, precisamos aprender a ouvir e entender a voz de Deus – daí será fácil ceder.
Oração “Senhor, tenho tanta dificuldade para aceitar algumas idéias e algumas pessoas. Preciso de tua força e de teu apoio para mudar meu coração e trilhar o Teu caminho.”
"Sabedoria que nenhuma autoridade deste mundo conheceu (pois se a houvessem conhecido, não teriam crucificado o Senhor da glória). É como está escrito: Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou (Is 64,4), tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam. Todavia, Deus no-las revelou pelo seu Espírito, porque o Espírito penetra tudo, mesmo as profundezas de Deus. Pois quem conhece as coisas que há no homem, senão o espírito do homem que nele reside? Assim também as coisas de Deus ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus. Ora, nós não recebemos o espírito do mundo, mas sim o Espírito que vem de Deus, que nos dá a conhecer as graças que Deus nos prodigalizou e que pregamos numa linguagem que nos foi ensinada não pela sabedoria humana, mas pelo Espírito, que exprime as coisas espirituais em termos espirituais. Mas o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, pois para ele são loucuras. Nem as pode compreender, porque é pelo Espírito que se devem ponderar. O homem espiritual, ao contrário, julga todas as coisas e não é julgado por ninguém. Por que quem conheceu o pensamento do Senhor, se abalançará a instruí-lo (Is 40,13)? Nós, porém, temos o pensamento de Cristo". 1 Cor 2
E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Marcos 16
assista este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=MSxx28m_8ik
Go way!
com amor e carinho em Cristo, um amigo
domingo, 4 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
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